Partidos alinham estratégia para votações no Congresso e reforçam posição sobre STF e veto presidencial.

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(Foto: Reprodução)

O Partido Liberal (PL) e o Novo fecharam questão sobre duas votações relevantes no Congresso Nacional. As siglas decidiram atuar de forma conjunta na análise da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e na votação sobre a derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria.

Além disso, os partidos anunciaram a decisão nesta terça-feira (14) e orientaram seus parlamentares a seguirem uma posição unificada nas duas pautas. Com isso, as bancadas buscam fortalecer o alinhamento interno e aumentar o peso político nas votações.

Votação no Senado e agenda definida

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizará a sabatina de Jorge Messias no dia 29 de abril. Pela programação, os senadores analisarão o nome pela manhã e, em seguida, o plenário votará a indicação no mesmo dia.

Por outro lado, o Congresso Nacional marcou a sessão para analisar o veto presidencial ao projeto da dosimetria para o dia 30 de abril, às 11h, no plenário da Câmara dos Deputados.

O projeto trata diretamente da dosimetria das penas aplicadas aos condenados por suposta tentativa de golpe de Estado, tema que vem gerando debates intensos no meio político.

Indicação ao STF gera reação das siglas

No caso da indicação ao STF, PL e Novo afirmam que o momento não favorece novas nomeações. Segundo os partidos, o cenário atual apresenta instabilidade institucional, o que exige cautela nas decisões.

Além disso, as siglas criticam a atuação da Corte e alertam para o risco de comprometimento da independência entre os Poderes, especialmente se houver indicação de nomes com alinhamento político-partidário.

Veto da dosimetria mobiliza bancadas

Em relação ao projeto da dosimetria, os partidos defendem a derrubada do veto presidencial. Na avaliação das siglas, a medida pode contribuir para o equilíbrio institucional.

Ao mesmo tempo, o posicionamento também se conecta à defesa das liberdades individuais, argumento apresentado na nota oficial divulgada pelas bancadas.

No entanto, os partidos não detalharam quais efeitos práticos a decisão pode gerar no curto prazo.

Articulação reforça alinhamento político

O fechamento de questão orienta diretamente o voto dos parlamentares e indica uma estratégia clara de alinhamento político dentro das bancadas.

Além dos líderes Carlos Portinho (PL-RJ) e Eduardo Girão (Novo-CE), também assinam o documento os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Izalci Lucas (PL-DF), Jorge Seif (PL-SC) e Jaime Bagattoli (PL-RO).

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