Iniciativa visa parcerias para transformar a vida de crianças em situação de acolhimento

Atitudes que transformam vidas”. Com esse slogan, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio da Coordenadoria da Infância e da Juventude (Coinj), lançou no dia 29 de maio, a página do “Minas Apadrinha”. O programa busca ampliar o número de parceiros que apoiam crianças e adolescentes em situação de acolhimento em Minas.
Os parceiros, que se tornam padrinhos e madrinhas, devem oferecer suporte às crianças e aos adolescentes que vivem em situação de acolhimento e ainda não estão em processo de adoção. Dessa forma, contribuem para a construção de relacionamentos saudáveis, com perspectiva educacional, suporte material, cultural e emocional.
A superintendente da Coinj, desembargadora Alice de Souza Birchal, destaca:
“A iniciativa reforça o compromisso do Judiciário mineiro com a proteção integral da infância e da adolescência, incentivando o fortalecimento da convivência comunitária”.
Conforme a magistrada, a iniciativa busca fortalecer a rede de promoção ao bem-estar dos atendidos, fortalecendo laços afetivos, comunitários e sociais.
Atitudes que transformam vidas
O “Minas Apadrinha” tem como meta atender a 100% das crianças e adolescentes aptos ao programa, em todas as comarcas de Minas Gerais, em especial naquelas que possuem instituições de acolhimento.
Para viabilizar a iniciativa, a Coinj promove a sensibilização de magistrados e servidores das Varas da Infância e da Juventude para garantir a aplicação das diretrizes do programa com respeito à legislação vigente e às boas práticas de proteção integral.
TJMG: Modalidades de apadrinhamento
São três as modalidades de apadrinhamento: afetivo, provedor e prestador de serviços.
Saiba como funciona cada uma delas:
- Afetivo: a madrinha e/ou o padrinho afetivo deve levar a criança ou o adolescente para momentos de aconchego familiar aos finais de semana, feriados e datas festivas. Assim, participam de atividades de lazer e vivenciam os afazeres da família
- Prestadores de serviços: podem oferecer tratamentos dentário, psicológico, pediátrico, corte de cabelo, aulas diversas e outras atividades voluntárias nas casas de acolhimento
- Provedores: contribuem com doações em dinheiro, produtos de higiene, roupas, brinquedos e outros itens buscando o conforto dos atendidos